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23-04-2008 » (…Entre tantas que tive na minha vida) Um dia na minha vida! Oh! Tive tantos, tantos!... Uma noite que vadiava de Madragoa à Alfama, Bairro Alto! Mouraria, na boémia em chama, D’aventura em ventura dos bons momentos santo! Uma noite, quando procurava um bom programa, D’ouvir fado vadio que havia por todos cantos, Encontrei uma bela fadista [...]
08-03-2008 » (Amigos poetas só uma pergunta: Será a nossa EFIGÉNIA COUTINHO Descendente na árvore cronológica de GAGO COUTINHO?) Quem reponde?... Com AMIZADE a esta poética sumidade EFIGÉNIA COUTINHO FUNDADORA DA AVSPE. ( Soneto acróstico) Amigos poetas todos de Lisboa e Brasília, Venho versejar sobre Efigénia Coutinho, Senhora que fundou a AVSPE, esta grande “família” Por isso devemos louvá-la com todo carinho! Entrelaçar toda poesia [...]
27-11-2007 » À DOLORES A RECORDAR… Após tantos anos recordo nosso casamento, Que virgens, apaixonados perante o nosso cura, Juramos eterno amor na desdita e ventura, N’uma hora com promessa com sentimento! Só havia amor e amor, o resto era aventura, Que ia começar com aquele fiel juramento, Que tem sido um relógio em funcionamento, Sempre certinho cuja corda ‘inda [...]
16-09-2007 » Ao ilustre poeta PINHAL DIAS Nesta vida que temos agitada, Vivemos todos esta aventura, Procura-se um poço de ventura, Quase sempre chega atrasada! P’r’alguns já perto da sepultura, Após desmedida caminhada, Nunca chegam ao fim da estrada, A sorte negra nunca os procura! E, todas forças são sempre assim, Galgamos crente a vida até ao fim, E, jamais, algo ditoso s’agarra… Faz [...]
14-09-2007 » Portugal e Brasil, dois velhos países irmãos, Por laços de cinco séculos d’amizade pura, Que começou mais, com uma épica aventura, Tornou-se sólida eterna com sentidos sãos! Desde que Cabral, aportou e em terra segura, Toda frota, ali consideram-se cidadãos, Mesmo entre os nativos um tanto pagãos, Resolveram ali içar a bandeira com bravura! Aquele padrão luso foi, [...]
04-09-2007 » Avancei! — Disse-me a vida— Eu avancei, Avancei com minha vontade n’aventura, De ir encontrar um algo de ventura, No mundo, do incerto, fora da lei!... Pára— alertou-me a morte— e, n’amargura, Desta saudade, que se mostra ser rei; Com meu poder fraco pra segurar a grei Que pude ver, sem crença alguma doçura! É tarde agora— disse-me [...]
02-09-2007 » Avancei! — Disse-me a vida— Eu avancei, Avancei com minha vontade n’aventura, De ir encontrar um algo de ventura, No mundo, do incerto, fora da lei!... Pára— alertou-me a morte— e, n’amargura, Desta saudade, que se mostra ser rei; Com meu poder fraco pra segurar a grei Que pude ver, sem crença alguma doçura! É tarde agora— disse-me [...]
15-08-2007 » A vida de BOCAGE foi uma grande aventura, Nomeado tenente, desertou, descontente, Percorreu Índia! China! Macau, com amargura Voltou à capital, tornou-se boémio doente! Entrou n’Arcádia, n’uma época insegura, Pina Manique controlava tudo inclemente, Irado com poetas rivais, tudo à mistura Um soneto satírico foi consequente! Assim, foi preso por causa d’uns panfletos, Político e poemas eróticos muito facetos, Co’o [...]
06-08-2007 » À DOLORES A RECORDAR… Após tantos anos recordo nosso casamento, Que virgens, apaixonados perante o nosso cura, Juramos eterno amor na desdita e ventura, N’uma hora com promessa com sentimento! Só havia amor e amor, o resto era aventura, Que ia começar com aquele fiel juramento, Que tem sido um relógio em funcionamento, Sempre certinho cuja corda ‘inda [...]
23-07-2007 » Avancei! — Disse-me a vida— Eu avancei, Avancei com minha vontade n’aventura, De ir encontrar um algo de ventura, No mundo, do incerto, fora da lei!... Pára— alertou-me a morte— e, n’amargura, Desta saudade, que se mostra ser rei; Com meu poder fraco pra segurar a grei Que pude ver, sem crença alguma doçura! É tarde agora— disse-me [...]
17-07-2007 » É tanta corrupção que este mundo agita; É tanto crime que anda por aí à solta, Já ninguém acredita na justiça escrita, Já ninguém acredita n’uma reviravolta! Pra quando amparo que a gente necessita?... Pra quando punir severo esta revolta?... O povo está farto desta parola bonita, Mas, já não s’aventura a dar a sua [...]
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