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12-07-2008 » A PAZ é o mais precioso de todos os bens (L. JOURDAN) Arautos da PAZ! Há tantos pelo mundo fora, Com promessas, pra todos, com fins bons certos, Que apregoam com alarde nitidamente espertos, Quando mais tarde, se vê são Buceta de Pandora! Ninguém negoceia de graça, nem a nos desertos, Dão PAZ pra vender suas armas [...]
20-02-2008 » (LOUVORES AOS SEUS SABORES) AMIGOS: (1) Venho honrar da Dolores seus dotes culinários, Sopas! Caldeiradas! Arroz! Soufflé ou guisados! Tudo que tenta ou inventa, tem predicados, São pitéus que nos deliciam, extraordinários! Tudo isto já versejei, com todos agrados, Seus pratos só carecem dos pós necessários, O segredo é amor, gosto, estes são usuários, Nos ingredientes que tão bem [...]
07-02-2008 » Quantas vezes trilhamos,agitados Da vida cotidiana, duros caminhos, Tantos, em busca d’esmolas e carinhos Eu, cansado, procurando agrados! Mas há quem tem, teve, bens dourados Esses devem afagar os pobrezinhos, Pois nasceram destinados a fracos ninhos, São esses os tais humanos, fadados! Andar de porta em porta, a pedir esmola Um naco de pão, um escudo já o consola, É, [...]
05-12-2007 » Os meus amigos! Oh! Deus, os meus amigos, Todos mereciam bem parangonas e artigos, Que cada frase fosse punhais ou agulhas, Tartufos espertos de teatro polichinelo, Ilusionistas que do péssimo faziam belo Só lhe posso dar um nome exacto: PULHAS! A adulação d’esses era normal fronha Onde deitavam a cabeça. Deixam peçonha, Não fazem ruído, dormem até tranquilos, Fugir [...]
27-11-2007 » Conta uma lenda lá n’aldeia, Um ricalhoiço d’esses tais, Com fama d’um bom pé-de-meia, Mas de cupidez era demais! Na vida só trabalhou com veia, Pr’amealhar bons cabedais Um fogo de suspeita feia Levou-lhe todos seus reais! O homem que nunca fez bem, Viu-se pobre, só, sem ninguém, A bradar: -- Deus! Como sofro aqui… Esqueceu-se do sábio anexim, Que diz, mais [...]
16-11-2007 » Sacadura Cabral! Gago coutinho! Hoje ninguém fala no feito magistral, Por esses céus fora, abriram caminho, Brasil ficou mais perto de Portugal! Foram os primeiros, reza o pergaminho, Que sulcaram ares sem medo, sem igual, Uniram duas nações com eterno carinho, Que ‘inda hoje vigora tão fraternal! Quando aterraram lá em Guanabara, Uma multidão os recebeu de forma clara, De [...]
18-09-2007 » Dedicado a alguém SENHORA: Hoje a Musa madrigal, já não se usa Nem o popular piropo é, lançado A mulher passa, ninguém lhe nota blusa, Os três assobios têm o som desafinado! A poesia romântica é leitura confusa… Pra quê? Nos bares vale tudo sem peado, É tudo fácil, não há qualquer recusa, Pra ter o que deseja ao [...]
04-09-2007 » Neste mundo tão cheio de d’aldrabões, De imundas insídias, de perigo, Quem me dera que entre tantos comilões, Eu encontrasse um verdadeiro amigo! É triste comentar, contudo, investigo Pra sempre essas duras ocasiões, Em que matei a sede e of’reci abrigo, A certo fulanos, todos esses vilões! No entanto, retribuo a esses estupores, Porque, dando-me em paga aos meus [...]
24-08-2007 » Tenho inveja do teu baton, vivo, escarlate, Com que pintas teus grossos lábios sensuais, Roubam beijos e, outros desejos, “infernais,” Tenho ciúmes quando bebes chocolate! Invejo teu baton que têm poderes rituais, Que m’estimula a pensar logo, n’um disparate, Com pensamentos eróticos, em acicate, Estes teus lábios com baton são divinais! Beijei teus lábios bem fundos, vermelhos, Segui louco [...]
21-08-2007 » Foi em Nove de Setembro que o amor foi juiz, Que lançamos olhar saudoso ao calendário Festejamos venturosos o nosso aniversário, Do dia em que o destino certo unir nos quis! ...Foi sim, da minha vida o dia mais feliz, Foi esse, e desde então, o destino, justo, vário Tem tido, ora a favor, ora contrário Nuvens, [...]
18-08-2007 » Foi preciso tantos anos, Sem resultado sequer Pra desvendar os arcanos, D’alma d’uma mulher! Isto não é, não enganos --Mente quem outra coisa disser— Quem com ela fizer planos, Cai, certo como outro qualquer! Também fui d’esses”anjinhos! Segui, tonto, seus carinhos, Preso com tantos assombros… Mas foram demais os anelos, Não vi, qu’erigia castelos, Que m’enterraram em escombros!
15-08-2007 » (Dedicado a todos amigos dos animais) AMIGOS: Há dias no meu passeio, ouvi este comentário: --“É pá, olha, lá vem o “velho” co’os três cães?..” Dito em tom de sarcasmo à lá salafrário!... Fiz que não ouvi, meu civismo, tem outros bens!... A Kikas Rex eTintona, têm sim, zelo [...]
11-08-2007 » Hoje estou triste SENHOR. Vi na estrada Um jovem ceguinho, talvez dezoito anos, Guiado pelo seu cão, um d’esses bichanos, Que só lhe falta falar d’afeição, dedicada! Parei! Olhei! A cena com a alma forte, chocada, Aquele jovem podia até vencer oceanos, Estava no mundo, às escuras, sem planos De decifrar da vida a indigna charada! Negra vida1 [...]
27-07-2007 » No mundo do amor ganhei e perdi, combates Só houve uma que me deixou em pedaços, Que teve influência familiar todos os traços Porque era um Zé-ninguem, pobre, sem quilates! Ela era linda, rica, como todos dotes em laços, Nosso namoro no bairro tinha todos remates, Não era um caso banal d’esses dos engates, O enlace era [...]
23-07-2007 » Portugal1 Portugal! Hoje om que’spanto Recordo o teu passado cheio de civismo Batalhas! Descobertas, em cada canto Homens intrépidos de grande lusismo! Como NUNO que meter espanhóis n’um canto, Em Aljubarrota se cobriu de d’heroismo, Que a igreja católica o sagrou santo, Sem favor pelo seu alto patriotismo! Infante! Magalhães! Cabral! Cão e Gama, Tantos mais que se cobriram [...]
21-07-2007 » Dedicado a todos amigos dos animais) AMIGOS: Há dias no meu passeio, ouvi este comentário: --“É pá, olha, lá vem o “velho” co’os três cães?..” Dito em tom de sarcasmo à lá salafrário!... Fiz que não ouvi, meu civismo, tem outros bens!... A Kikas Rex eTintona, têm sim, zelo [...]
19-07-2007 » Foi preciso tantos anos, Sem resultado sequer Pra desvendar os arcanos, D’alma d’uma mulher! Isto não são, não enganos --Mente quem outra coisa disser— Quem com ela fizer planos, Cai, certo como outro qualquer! Também fui d’esses”anjinhos! Segui, tonto, seus carinhos, Preso com tantos assombros… Mas foram demais os anelos, Não vi, qu’erigia castelos, Que m’enterraram em escombros
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