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01-10-2008 » (Sátira) Por favor me digam... Quem aposta nesta bosta? E Faraó disse a José: -"Sete anos de vacas gordas... Sete anos de vacas magras"... A CEE engordou os poderosos Foi mancha tenebrosa de gulosos. Grã-Bretanha sugadora da Europa Com a libra valorizada No no seu alto patamar... Aqui relembro: -"Os amigos de Peniche" Esses desmacarados ingleses Alemanha com a recessão económica USA provocou a crise [...]
18-09-2008 » (Sátira reflectida) Entre vários contos e muitos risos, Com alguns desabafos enriquecidos Nessa hora que destapou!? Uma alma sofredora… No efeito de um bom vinho, Colhido noutra lavoura… Na ponta da língua Essa voz que fervia… D’uma alma penada E solitária… E num rompante dizia: -“É mentira sim senhor” A audiência cruzando os olhares… Sorria! Num vinho sem idades Descobrem-se as verdades… E foi assim…nesse inesquecível dia. Pinhal [...]
29-07-2008 » (Sátira) Com viciadas promoções, Refazem outro alguém… Dois tomates com maneiras, Com desespero rompem fileiras… Água que prova, sem vintém Num pingar de muitas torneiras. Algo se diz…a quem? … Ao amigo que estende a mão Que difere de outros encolhidos Sustento que salva de obesidade Um leal percurso de sua idade. A quem se diz tudo? … Ao infiltrado destino…hora forjada Foi um [...]
24-07-2008 » (Sátira) Mas que grande confusão!? Tantas promessas que sumiram E em nada favorecem, Assim faz de conta, E nesse meio? … Existem outros que enriquecem. A cultura no local anda nua e crua Nesta terra nasceu E cresceu em Poesia Que os promoveu na Diáspora Em dois mil e oito sopra dez velas, Os seus poetas se interrogam na rua O nosso povo [...]
31-05-2008 » (Sátira) Dizem: “«que fazem e não mostram o que fazem»”… São sujeitos que não satisfazem, Andam perdidos no tempo. Quando podem!? Dizem que não podem, Quando não podem!? Alegam sempre o impossível. As farsas… Quando imperfeitas Ficam sujeitas À inconstância Dessa personalidade Descontínua… Se é tudo isso que fazem!? Sai borrada nos cartazes, Outras coisas foram capazes E viram perder o seu valor No entupimento de regras… Que ficaram adormecidas E [...]
27-05-2008 » (Sátira) Faz fogo, sem fogueira Moléstia de contradição O circo desceu à feira Carenciado à maneira Esse grande imposteirão. Aninhado e intolerante Arrefeceu…educação Destacado o figurante Vaidoso e arrogante Um maníaco, espertalhão. Encurtou o seu caminho Essa barcaça ou batelão!? Fundeava no Talaminho Regressava devagarinho Amora com grande lição. O peixe que vai ao isco… Pinhal Dias – Amora – Portugal
20-05-2008 » (Sátira) Se o mundo adormecer… Algo vai acontecer? Quem as fez…que as desfaça. Sem estilo e sem graça O caldo ficou entornado Nesse trem desmantelado… Agora saboreia e disfarça Por tudo o que é lamento, Anda em sofrimento Mendigando ao vento Procurando seu cata-vento, Para lhe dar orientação. Se o mundo adormecer… Algo vai acontecer? Quem as fez…que as desfaça. Pinhal Dias – Amora - Portugal
12-05-2008 » >(Sátira) Deveriam ser: -Bocas de miminhos, Com vários paladares… Saboreando rebuçadinhos Para nos dar muitos beijinhos. O seu adorno está no batom São os tempos… Que fazem mudar suas vontades, No fundo são apetitosas Perfumadas como as rosas. Ele que fora vacinado E diagnosticado com língua estufada Essa comida é bem saborosa Que ultrapassou a língua venenosa. A boca serve para comer, No bom viver comunicar E [...]
01-05-2008 » (Sátira) Um sentir leviano e esquisito Descrever uma cena assistida… Ideias nos intestinos E os intestinos nas ideias São ideias que andam ao vento Satisfazendo o seu lamento. …perfaz o seu discurso Com a sorte do azar! …fala sem pensar. É um barco de vento em proa Saboreando essa corrente Na língua de um maldizente. Permanecendo na inconstância Um ser que… Fala sem pensar Pinhal Dias [...]
01-05-2008 » (Sátira) Julgam ser inteligentes, Mas deram lugar à esperteza Não distinguem o trigo do joio Porque tombaram na seara Duma debilitada ignorância, Lá vão poupando no farelo Estragando a farinha. São inconstantes de tal ordem Vivem imitando a raposa, Até para se deitarem Andam sempre às voltas… Assistidos de uma dúvida …não metódica. Carecendo de uma surdina Na sua melódica. Uma vivência de ansiosos … Esses Manhosos. Pinhal [...]
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