30-08-2008 » Meu coração sem forças, desenganado e perdido no canto sombrio da tua alma
Por vezes trava batalha com suas próprias verdades e tenta enganar-se, migrando seus sonhos.
Inquieto se debate e por vezes se liberta.
O dia há muito, repousou seu cansaço nos braços da noite.
Rendeu-se à ela despedindo-se das cores, omitindo os [...]
07-08-2008 » A chuva forte
que perturba a madrugada
aparece pernoitada
em minha última morada.
E o clarim da Lua escondida
pelas noites chuvosas perdidas.
Derrama então
lágrimas
de uma última morada
de esperanças,
jamais resgatadas.
A chuva forte
que Devasta a madrugada
é como a vida Sem você:
que Devasta a alma.
(Paula Duarte)