20-03-2007 » Quando eu morrer e tu ficares sozinho,
longe do bafo quente do meu corpo,
tu, a quem eu amei, sei lá por que vingança
de Deus,
nessa hora,
olha serenamente a nossa
história inútil
e chora...
Rega de pura mágoa a flor
do "nunca mais"
(sequer ao menos a flor do "nunca mais"...),
e depois morde o chão seivado [...]