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30-04-2008 » Actualmente visito frequente Lisboa, Os típicos bairros e todos seus velhos recantos, Hoje, lá fui, pelas ruelas da Madragoa, Onde s’ouvia o fado vadio por todos cantos. Ali havia uma taberna com pinga boa, Junto um bordel no tempo dos momentos ”santos” Gerido por uma Formosíssima rascoa, Que sabia bem do seu “serviço” com seus encantos! A taberna? [...]
04-04-2008 » (Elegia faz parte da poesia) Ao mavioso poeta EUCLIDES CAVACO E, todos seus permanentes fãs espalhados Por todo mundo. AMIGOS: Abri o ECOS DA POESIA, isto é já equidade, Que tenho pra perfumar a alma d’uma coisa boa, Desta vez, ouvi (até vi) Aguarela de Lisboa, Fado das Caravelas e, outra, a Voz da Saudade! Senti, dentro de mim [...]
28-03-2008 » AMIGOS: Caros emigrantes por esse mundo além, Cujas saudades, eu sei, são o calcanhar d’Aquiles; Quando atacar, abre o ECOS, não vaciles, Aqui tens o velhinho fado que te faz bem! Todas canções do nosso CAVACO são pró bílis, Que t’exaspera com todo veneno que tem, Longe d’aldeia, de todos, não há ninguém, Que não goste d’ouvir; mas [...]
17-02-2008 » X(Recordação real) Garanto por tudo quanto é sagrado; quanto Aquilo que passamos juntos naquele passeio Ficou gravado entre nós como acto santo, Só se faz quando há grande amor pelo meio! Foi em Sintra, perto da PENA, n’um recanto Após romântico oaristo perdemos o freio, Clima, bucolismo, eu sei lá, com tanto encanto, Tinha que acontecer pra eternar [...]
10-02-2008 » AMÁLIA!...Foi a nossa rainha do fado, Que o povo canta com saudade e sentimento, Seja qual for a festa, baile ou divertimento, Está sempre presente com inefável agrado! Dizem que morreu, mas no nosso pensamento, O seu vasto reportório está eterno gravado, A ESTRANHA FORMA DE VIDA, do passado, Pode-se ir recordar na sua casa em S. [...]
26-01-2008 » Ao cintilante bardo EUCLIDES CAVACO Pelo seu lindíssimo poema ENDELÈVEL SAUDADE, … Que tenho não o ver breve no DOIS AMORES. Meu gesto rotineiro ao L. V. AMIGO: Abri o livro de visitas d’Euclides como faço Todos os dias no momento certo iracundo, Pra guindar a moral, que por vezes bate no fundo, É quase um ritual, que [...]
04-01-2008 » (De Júlio Dinis) Eu tenho um livro antigo, muito antigo, Que m’acompanha desde a meninice distante, Volta e meia o desfolho, de trás pra diante, N’ele meu problemático passado investigo! Com notas sublinhadas, aqui e ali constante, Como quisesse gravar frases de tema amigo, S’então, nada percebia de qualquer artigo, Mas era intuição já de atento estudante! Guardo o [...]
29-11-2007 » …EUCLIDES CAVACO o ínclito poeta Com seus maravilhosos poemas e canções! AMIGOS: Quem gosta de boa poesia ou… algo mais Deve abrir o site de poemas declamados, Euclides, mostra como se fazem recitais; Comprovem, cliquem, vão ficar admirados! Com poemas lindos, diversos, magistrais, Dedilha como poucos mestre todos fados, Que apesar longe da sua pátria, dá sinais, Como os velhos [...]
29-11-2007 » (Recordação de jovem!) Quando rapaz tive uma namorada florista, Vendia flores n’uma barraca ali prá GRAÇA, Que lembro com saudade foi tenaz a conquista No tempo namorar tinha maternal mordaça! Lá ia comprar rosas só pra breve entrevista, Só pra ver, ela era uma flor, cheia de graça, Comprava e of’recia-lhe, era a minha pista Tal madrigal, quase [...]
25-11-2007 » (Elegia faz parte da poesia) Ao mavioso poeta EUCLIDES CAVACO E, todos seus permanentes fãs espalhados Por todo mundo. AMIGOS: Abri o ECOS DA POESIA, isto é já equidade, Que tenho pra perfumar a alma d’uma coisa boa, Desta vez, ouvi (até vi) Aguarela de Lisboa, Fado das Caravelas e, outra, a Voz da Saudade! Senti, dentro de mim [...]
22-11-2007 » Tudo na vida se resume n’uns poucos anos Que nos mantêm dependurados nesta espera, Manter a todo custo essa eterna primavera, Com um grande amor à mistura, são os planos1 Assim, singramos neste diabólica galera, Cujo Neptuno encerra repentinos arcanos, Entre esp’ranças, ilusões, enganos e desenganos, Até que um dia s’apanha uma flor de… HERA! Olhamos por no [...]
21-11-2007 » Meia-idade é o princípio do fim do rumo Que Deus nos destinou com algumas dif’renças, Vão surgindo os frutos das canseiras imensas, Que tivemos que manter pra segurar o consumo! É ver pouco e pouco o funeral das nossas crenças; É ver qualquer investida já não tem sumo; É ver com saudade o nosso corpo perder [...]
19-09-2007 » (À DOLORES N’UMA AUSÊNCIA) Este poema d’amor não será d’elegia, Nem d’amargura ao invocar esta distância, Longe de ti, apossa-se de mim esta melancolia, É a saudade, meu tesouro, em ressonância! Assim, transforma-se em enfado todo o dia, Que muitas vezes é incontrolável minha ânsia, Que nem sei o que faço, minha mente toda cria Disparates incríveis, em [...]
18-09-2007 » Por estranho que isto pareça, Como entendem, não sou maluco, Nunca me passa pela cabeça, Que a genica viril, arrefeça Que me tomem por velho caduco! Deixei de olhar para o espelho, Com receio de certo desmaio, Eu que à pouco era fedelho, Vejo já vermes no aparelho, Como o tempo passa, com raio!... Blasfemo só todas as manhâs, Com esse [...]
04-09-2007 » Avancei! — Disse-me a vida— Eu avancei, Avancei com minha vontade n’aventura, De ir encontrar um algo de ventura, No mundo, do incerto, fora da lei!... Pára— alertou-me a morte— e, n’amargura, Desta saudade, que se mostra ser rei; Com meu poder fraco pra segurar a grei Que pude ver, sem crença alguma doçura! É tarde agora— disse-me [...]
02-09-2007 » Avancei! — Disse-me a vida— Eu avancei, Avancei com minha vontade n’aventura, De ir encontrar um algo de ventura, No mundo, do incerto, fora da lei!... Pára— alertou-me a morte— e, n’amargura, Desta saudade, que se mostra ser rei; Com meu poder fraco pra segurar a grei Que pude ver, sem crença alguma doçura! É tarde agora— disse-me [...]
01-09-2007 » Recordo sempre minha aldeia com saudade, apesar da sua pequenez, tem encantos, foi por ali que brinquei vales, campos e cantos, mas tive que abalar cedo na tenra idade!... Contudo nunca esqueci aqueles anos santos passados, meu Deus, com tanta, dificuldade, aquela terra foi berço da minha mocidade que deixou em mim todos estes quebrantos! Que me [...]
31-08-2007 » A vida! Nenhum de nós lhe dá o justo valor, Quando jovens, tudo se resolve, nada abala É levitar sobre um jardim que nos regala Co’as mulheres, somos a abelha de flor em flor1 O que acontece displicente, fora da escala Do ritmo da vida, é visto como mero temor, Então os acidentes ou sucessos no [...]
28-08-2007 » Por estranho que isto pareça, Como entendem, não sou maluco, Nunca me passa pela cabeça, Que a genica viril, arrefeça Que me tomem por velho caduco! Deixei de olhar para o espelho, Com receio de certo desmaio, Eu que à pouco era fedelho, Vejo já vermes no aparelho, Como o tempo passa, com raio!... Blasfemo só todas as manhâs, Com esse [...]
13-08-2007 » Teu filho não te esquece!... Oh! Minha Mãe que tão cedo partistes Para o Céu, para nunca mais voltar! Meus alegres dias tornaste-os tristes, Tão tristes com os gemidos do mar! Não mais tive alegrias nem carinhos, Desde o dia que deixastes o mundo; Meu coração: -- Coroado de espinhos; Minh’alma; -- imersa num pesar profundo! Em copioso [...]
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