
NireBlog noutros idiomas: ar|ast|br|ca|cy|de|en|es|eu|gl|oc|pt|pt_br|ru|zh|is|ja|ko|tr|
01-05-2008 » Diz o povo ou, está escrito na escritura, Que após a morte outra vida nos espera… Verdade ou mentira, pra mim é, quimera, Nunca ninguém veio cá dizer esta…travessura! Eu não creio; morre-se é pó que nos espera, Dizem, foi feita de barro a primeira criatura, Se assim é, está certo, servimos de moldura, Porque barro é [...]
23-04-2008 » (…Entre tantas que tive na minha vida) Um dia na minha vida! Oh! Tive tantos, tantos!... Uma noite que vadiava de Madragoa à Alfama, Bairro Alto! Mouraria, na boémia em chama, D’aventura em ventura dos bons momentos santo! Uma noite, quando procurava um bom programa, D’ouvir fado vadio que havia por todos cantos, Encontrei uma bela fadista [...]
11-04-2008 » Neste mundo estranho em que todos vivemos, Cercados de actos e sentimentos, valha-nos Deus, Que de hipocrisia nunca lhe vimos os extremos, Que os poucos bons que existem, acabam judeus! Como os classificar? Não são gente, são demos, Que n’amizade mostram bem que são ateus, Por todo lado dizem: --Descansa!...Fazemos… Quando nada fazem, pra serem, jubileus! Talvez este [...]
21-03-2008 » Pelo seu décimo aniversário Saudando o seu fundador o amigo LUIS FERNANDES e o Sr. PINHAL DIAS. Distinto poeta e perito informático AMIGOS: O MENSAGEIRO o que é? Um mágico pendão, Que deu à poesia o impulso necessário, Pra seus filhos trazer, bem fundo ao coração, Com carinho e amor, n’um rasgo imaginário! O MENSAGEIRO o que é? Um berço [...]
15-03-2008 » Pelo seu décimo aniversário Saudando o seu fundador o amigo LUIS FERNANDES e o Sr. PINHAL DIAS. Distinto poeta e perito informático AMIGOS: O MENSAGEIRO o que é? Um mágico pendão, Que deu à poesia o impulso necessário, Pra seus filhos trazer, bem fundo ao coração, Com carinho e amor, n’um rasgo imaginário! O MENSAGEIRO o que é? Um berço [...]
15-03-2008 » …Lá da minha aldeia! Adeus vales! Matos! Montes! Serras! Algares! Sarças! Ribeiros! Caminhos! Herdades e penedos, Matagais! Mimosas! Sobreiros e arvoredos Bosques! Lameiros! Pinhais! Quintais e, lugares! Prados viçosos1 Vinhas, além, entre os rochedos, Bouças! Pastores! Típicos moinhos e pomares, Corgas1 Dalas! Rochas, que se vêm seculares, Eu vos deixo, nos vosso eternos segredos! Adeus! Adeus, vou entrar n’outra [...]
21-02-2008 » (…é amante que se adora) [...]
21-02-2008 » O tempo passa veloz de corrida Que todos julgam, não ver, doidice, O tempo com tanta, tanta mexida, Não dá tempo pra desfrutar a vida, Acordamos, co’o tempo da velhice! O tempo é o pior dos inimigos, Com um raio d’acção nefando, Pouco a pouco, temos os perigos, Deixamos d’avistar os amigos, Até são os piores do bando! O tempo [...]
15-02-2008 » Nos problemas amargos da vida a gente precisa, De sangue frio, ambição, querer e, esp’rança, Caiu? Breve surge uma estrela que avisa, Teimar! Teimar, com vontade tudo s’alcança! Pra ninguém a vida nunca se tem brisa, D’uma maneira ou outra há insegurança, Mas o tempo— Sempre ele— com ele a gente repisa, Que pouco a pouco navegamos [...]
09-02-2008 » Ao AMIGO e poeta PINHAL Sempre leal. (Soneto acróstico) Estimados confrades: Pra definir este bardo preclaro Insisto, aprimoro, mas não consigo, No seu currículo tudo é AMIGO, Homem, dedicado, de coração raro! A sua veia poética atento investigo, Leio com “gana” seus poemas, declaro, Deus deu a PINHAL grande faro, Isto de poesia é em si um pruigo, A meu ver pruigo, [...]
04-12-2007 » (Dia de Reis) DIA DE REIS! Chegou o encanto, o Bolo-Rei, Que sempre fez parte da tradição portuguesa, Rico ou pobre, todos o conseguem ter à mesa, Até os mais abstémios não o recusam, eu sei! Mostra-se mimoso, mais ou menos com beleza, Mas actualmente tem algo fora da lei, É feito em séries, sem controle e, [...]
03-12-2007 » No meu tempo de rapaz tive muitas namoradas, Recordo bem: A Rita! Tânia! Lili!, sei lá quantas Por isto ou por aquilo foram, sim, rejeitadas, Ou por meros enredos ou não as via santas! Era na era, cujos namoros tinham vedadas As saídas ao cinema pelas maternais gargantas, Tudo acabava ali—já via que eram erradas— As algemas”eram [...]
27-11-2007 » Neste mundo estranho em que todos vivemos, Cercados de actos e sentimentos, valha-nos Deus, Que de hipocrisia nunca lhe vimos os extremos, Que os poucos bons que existem, acabam judeus! Como os classificar? Não são gente, são demos, Que n’amizade mostram bem que são ateus, Por todo lado dizem: --Descansa!...Fazemos… Quando nada fazem, pra serem, jubileus! Talvez este [...]
18-11-2007 » Poesia dedicada a certa Senhora Que disse que eu tinha JEITO Para fazer versos. SENHORA: Tenho JEITO pra fazer versos?... É pena, Senhora, já não se usa, Os tempos sabe estão inversos, E hoje? Onde está a minha musa?... Bons tempos, que eu era sonhador, Dedicava a certa loira Dulcineia, Lindos versos quentes d’amor, À janela, em noite de lua cheia!... Agora [...]
23-10-2007 » Um dia…E pra cada um há sempre um dia, Tudo muda na vida, pra bem, pra mal, talvez, Uma mulher! Um olhar desferido com languidez, Eis um problema que pode ser o que não se previa! Um aceno! Um palpite, tantas vezes cria, Desastres! F’licidades, surpresas com fluidez, Que ficamos surpreendidos que tu nem crês Que tivesse [...]
23-10-2007 » Um beijo! Uma deliração! Talvez loucura! Que faz estremecer dois seres de calafrios, De varias reacções, tantas vezes de desvarios, Quase sempre com sucesso, prazer e ventura! Um beijo! Por um beijo fazem-se desafios, Paradoxais com erros, mentiras à, mistura, Embora seja corrente saber que pouco dura, É um momento que origina arrepios! Quando é a primeira vez, [...]
29-09-2007 » Amigos? Tive muito, muitos, sei lá quantos, Nas mais diversas ocasiões, até foram bravos, Talvez por amizade, talvez pelos centavos, Apareciam, não importa, julguei-os, santos! Assim, comecei cedo a vê-los em todos cantos, Eram os primeiros, omnipresentes, escravos, Of’reciam mimos como fosse néctar em favos, Que m’embriagavam com tamanhos encantos! Mas um dia a roda desandou, oh! Sorte [...]
24-09-2007 » Igual a mim há muitos neste hemisfério, Que na hora (H) não encontram um abrigo, Quando precisa, vê que foge seu melhor amigo, Que não sabe como se virar, sem refrigério! Todo este cenário, leitores, é, muito antigo, Que me revolta este infame impropério, Após ser tão bom, não haver ninguém sério, Isto é mesmo da vida, [...]
24-09-2007 » Se faço versos deste modo que tanto gosto É porque a poesia sempre mexeu comigo, Desde o tempo escolar qu’este ideal sigo, Com paixão, qualquer tema que me é exposto! Mas exacta razão, foi um namoro antigo, A Dulcineia tinha mesmo um lindo rosto, Talvez deusa grega com tudo composto, Que insonte lhe dediquei, quadras, amigo! Um dia [...]
23-09-2007 » Amigos brasileiros, aqui vai meu preito, Também quero aliar-me a esta of’renda, Sempre presente, eterna, do nosso peito, Desde Minho a Sagres, neste abraço! Escrevo talvez de improviso mal feito, Não quero corrigir porque na emenda, Posso errar, e, nada admito suspeito, Peço à esta família que compreenda! Brasil e Portugal – lembro, sinas queridos, Nos façam venerar sempre, [...]
Contactar | Quem Somos | Nireblog Planet
NireBlog
Multilingual Blogs

Cria o teu Blog Grátis