17-07-2007 » Tu que dormes só
na calçada do relento
com lençois feitos de chuva
e tenhados de vento
Tu que dormes num turbilhão
ai só no meio da multidão
essa que escolhe ver sem olhar
olhar sem ver.
Nem notam o quão perto passam
da figura desfocada que representas
da figura que já foi e nunca será
que nunca sera [...]