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23-09-2008 » Quisera eu um dia Partir uma nuvem Com uma faca pura, Com uma faca delicada, Um ornamento celestial. Quisera eu um dia pegar uma nuvem Como se pega um algodão doce Ficar com ela pra mim E suspensa planar sobre o tempo, sobre a esfera! Sentar sobre ela viajar no céu imenso E longe de mim e do mundo, Sonhar. Sim... Pairar sobre [...]
29-01-2008 » Minha vida é como um rio a correr entre margens calcinadas, passando por bordas apertadas. Á vida á correr Sol frio e noites solitárias pairando sobre rio por fora cheio de beleza demonstrando forças em sua correnteza. Mas por dentro tão desértico afogado em trsitezas, escondendo em seu fundo suas pedras, que de lágrimas tristes tornaram-se harpas que nunca quebram! Ora alarga-se Ora esquiva-se. Mas sempre escuro pálido [...]
21-01-2008 » Quisera eu um dia Partir uma nuvem Com uma faca pura, Com uma faca delicada, Um ornamento celestial. Quisera eu um dia pegar uma nuvem Como se pega um algodão doce Ficar com ela pra mim E suspensa planar sobre o tempo, sobre a esfera! Sentar sobre ela viajar no céu imenso E longe de mim e do mundo, Sonhar. Sim... Pairar sobre [...]
21-01-2008 » Navegarei nas asas dos ventos, pelos acordes e lamentos de uma melancólica canção. Viverei na imutável busca de uma gota tênue perdida pelo azul do oceano tão insignificante, foi capaz de ofuscar minha vida! Ah! Que dor doída, infinda ecoando sobre a imensidão ritmando solidão dos meus pensamentos... Voltarei para o azul do mar, talvez você não esteja mais lá... Então, eternamente, buscarei aquela música celestial até que chegue meu [...]
20-01-2008 » Sinto-me criança indefesa quando triste estou, me pões em seu colo e me acaricia os cabelos. Sinto-me mulher maliciosa, cheia de sonhos e desejos quando me olha nos olhos e me beija. Sinto-me sozinha, carente de carinho, precisando de atenção, quando ouço no rádio a nossa canção. Sinto-me bela amada e feliz quando bem baixinho no meu ouvidinho você diz que me [...]
20-01-2008 » Meus dedos repetem movimentos semelhantes ao da dança das flores. Flutuam como o balanço das ondas, como barcos nos confins do ventar, fazem curvas como nuvens na imensidão. Possuo o tempo entre os dedos. São tantas emoções que não me cabem na mão. Dedos que moldaram, a beleza da minha vida, que extraíram ritmos pintando estrelas na ponta de cada dedo.
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