29-01-2008 »
Verga-se minh'alma
pelas veias a correr.
Extraia destas entranhas
paixões corriqueiras,
delírios certeiros,
transitórios!
Com o frescor da garganta,
minha boca te chama.
Pois eu sou tua esperança
Por que choras dentro de mim?
Ódio e amor contidos
estão acabando comigo.
Oh... alma poética!
Perco-me em teu universo,
entrego-me aos teus versos.
Entorpeço-me com teu perfume
sigo teus passos.
Á sombra esvaecida,
encontro minh'alma gêmea,
meu outro lado.
Alma de [...]
26-01-2008 »
Quando cantarolava,
palavras saíam anestesiadas de emoção,
pelas arestas da tua boca.
Trazendo arrepios
desvendando mitos.
Desejos fluíam na canção
como uma primavera de paixões
Convergindo a escuridão da noite em
tranquilidade
harmonia
e Paz.
Sim! O fascínio da tua voz,
mesmo que acobertada de vergonha,
expandia ternura e candura:
(Por que nao escuto mais?)
Ficou apenas um silêncio
dançando
no exílio dos sentimentos.
Depois...
E depois?
Saudade,
agonia?
Não! Este silêncio [...]
20-01-2008 » Ah se meu espírito
perfurasse
a essência
do texto!
Ah se descobrisse sua plenitude
bailando de letra em letra,
com a leveza de uma borboleta!
Na pulsação das palavras
exprimir minhas mágoas.
E nas ondas de cada verso
sentir minha'alma mais dispersa.
Pelas asas da poesia,
viajar em utopias, até
chegar ao zul dos montes
20-01-2008 » Irei tomar as asas da alva e
passar pelas extremidades da Terra.
Soltar um grito estridente,
viajar rumo á encantação.
Irei procurar minha calma
na sina dos versos.
Inspiração existente
nas ambíguas palavras em vão.
Irei desvendar o enigma,
e corromper o dom da beleza.