23-01-2008 »
Devassidão
insidiosa, tão quente, incendiária
cheia de desejos clamantes.
Nas alturas
crepúsculo lúzido
abaixo
olhos que inclinam febril
Escondidos sobre o jardim
antegozado
úmidos, rubros.
Em um céu de prazeres,
misturo paladar.
Fecho os olhos
vejo peixes na areia
queijo na feira
absorvendo o preço
engolindo adereços.
Emplumo tua reta
quase uma geometria
só que em forma molhada
esculpida, lapidada
em neves que respingam
Jorra!
Antes que chova.
19-01-2008 » Teus olhos tem o silêncio
da calmaria de um rio.
Piscas inoscente
Olhares quente
Teus olhos tem o brilho
De veludo são seus cílios
Tristes e molhados
Cheio de amores e Afagos
Teus olhos denunciam amor,
Tem um estpimulo sedutosr
Olham subitamente feliz;
Voce tem olhos que diz.