18-10-2008 » De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.
De repente, não mais [...]
26-09-2008 »
INOCENTE
O céu esconde o que eu queria ver
Estrelas são olhos na escuridão
Noite inundada pela imensidão
Invade as portas da solidão
No universo nada é separado,
Nada é excomungado, é só união
O resto é ilusão
Entre o caos e a ordem se fez
A conciliação
(chorus)
Ooh-ooh-ooh
De quem é sanidade,
Se tens medo com pedras nas mãos?
Ooh-ooh-ooh
De [...]