17-04-2008 »
Saudades! Sim... talvez... e porque não?... Se o nosso sonho foi tão alto e forte Que bem pensara vê-lo até à morte Deslumbrar-me de luz o coração!
Esquecer! Para quê?... Ah! como é vão! Que tudo isso, Amor, nos não importe. Se ele deixou beleza que conforte Deve-nos ser sagrado como [...]
17-04-2008 »
Sei que o momento é frágil rosa
hálito divino de um hiato
brisa cálida, suave, mimosa
cálice de um certo recado.
Sei que há um coração, um selo,
cerne do sol ou da lua.
Um chamamento, um apelo,
que me despe e deixa nua.