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Tag » Blog: "sempreemluta"

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DE LUGAR NENHUM, UM DIA

09-04-2008 »   .   na tua vista a minha espelhada horizonte sem brisas flor de dia surgido da noite como rio silencioso por entre nuvens negadas à melodia  . no tombadilho ressoam turbilhões contam-se contos escondem-se fadas lendas antigas à  flor-da-pele órbitas de metáforas desalinhadas  . na tua vista a minha vista espelhada pousa esta paixão sem altares  ou portos na pele do [...]

TUDO O MAIS É PREVISÍVEL

03-04-2008 » Trazem nos olhos as revoltas dos países colonizados pólem salgado de palavras invulgares, salientes,  reduzidas ao silêncio pelos negros tanques uníssonos, agitadas na perturbação que desfila de vestes vermelhas, quilómetros de medos explodindo nos protestos, numa resistência heróica que sai à rua e denúncia.   Sacrifício em nome de ideais e nós calados, silêncios, fechamos o [...]

CANTO QUE VEM DA TERRA

29-03-2008 »       1 algo novo voa rasteja sem resposta viola o medo no meio da estrada viseja na hora escura da vida varanda entre mundos e um verso em branco que me escapa afugenta o vento norte forte de cinzento acasalado por entre vozes de crianças esfomeadas feridas de soldados fugidos das guerras pintados em longos beijos sem final [...]

UMA VISÃO DO PARAÍSO?

19-03-2008 »  .  Fita-me com olhos acordados, abertos e húmidos como quem seja dor, minhas dores, fecundas, palpáveis deixando-me a visão do pecado, dos sentidos, carruagens dançando em arco na melodia, seta aguçada, dirigida por entre copas de árvores, encostas de sangue e pele fugazes estrelas vegetais em caminhos d’água, antigos voando nas folhas dos ventos, odres de [...]

Á VOLTA DESTE QUADRO

15-03-2008 »   .   espíritos sem descanso metralham florestas traídas duas palavras sobre a guerrilha precavida previsível escalada verbal tom de farsa imagens marcantes discursos um habitante da aldeia na primeira fila das cadeiras ao serviço dos mortos recupera pavimentos angústias sem crematório o medo no parapeito feito para agradar das janelas visíveis buracos no chão escondidos uma carroça parada morada [...]

21 de MARÇO - DIA MUNDIAL DA POESIA

15-03-2008 » Com o objectivo primeiro de defesa da diversidade linguística, a UNESCO decidiu, em 1999, proclamar o dia 21 de Março, Dia Mundial da Poesia. O Plano Nacional de Leitura (Ministérios da Educação e Assuntos Parlamentares) e o Centro Cultural de Belém (Ministério da Cultura) associaram-se para assinalar a data, no [...]

CANCRO POLÍTICO

03-03-2008 »      . Parasitas sem escrúpulos parasitas ideológicos facciosos impostores oportunistas. Não lhes perdoais, Senhor.   Nadam na cloaca da corrupção açaimam e subjugam cobardolas endémicos engravatados sem serem engavetados Não lhes perdoais, Senhor.   Conheço dois dizem-me que há mais anónimos escondidos a praga parece grande Porque lhes perdoais, Senhor? . (3 Março 2008) . FERNANDO MANUEL PEREIRA  

NAS MARGENS DO VENTO

27-02-2008 » (para a Amélia, amor retribuído) . das coisas que eu queria ter dito como se não bastasse dizê-las o vento afagando as ondas até onde se avista o mar soprou por entre teus dedos voos perpétuos de gaivotas circulando pelo meu corpo como cavalos de seda e sós por mim falou e calou deste amor reinventado sonho a sonho descoberto nas coisas que [...]

O ILHÉU DOS NAUFRAGOS

22-02-2008 »  .    Sei que me esqueces porque te lembro cada instante percorrido neste jogo de inocência sem palavras no silêncio duma noite desfeita na solidão ocupada onde um qualquer sol escondido construía uma ilha vazia e árida de folhas de granito intermitente mas cheias de escuro e de vento a pedir sul translúcidos corriamos pelos ramos caminhos por onde nos traziam [...]

REESCREVO ALGURES

18-02-2008 »     .  neste papel um sonho quadrados volteando no teu retorno postal portal neste jardim talhado finas penugens douradas respiração talhada nas nuvens peregrino pergaminho envelhecido brumas de lembranças luta de pedras e raivas bandeiras de sangue erguidas com sangue e gente   no cimo dos montes os guerrilheiros inventam uma manhã de liberdade   o meu país, poeta, continua por inventar!  

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