15-03-2008 »
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espíritos sem descanso metralham florestas traídas
duas palavras sobre a guerrilha precavida previsível
escalada verbal tom de farsa imagens marcantes discursos
um habitante da aldeia na primeira fila das cadeiras
ao serviço dos mortos recupera pavimentos angústias
sem crematório o medo no parapeito feito para agradar
das janelas visíveis buracos no chão escondidos
uma carroça parada morada [...]
30-07-2007 » OBRIGADO!
POESIA SEMPRE EM LUTA
AGRADECE!
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A POESIA É A ARTE DE MATERIALIZAR SOMBRAS E DE DAR EXISTÊNCIA AO NADA |E. BURKE
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Cada navio tem dois ermos extremos
As velas para Vénus e a quilha para Neptuno.
Mas a viagem é o mar com o infinito à vista
E as palavras como brancos lenços agitados.
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Cada [...]