29-03-2007 » Ruas do centro; As mesmas esquinas. Rostos irreconhecíveis. Muitos corpos a caminhar. Poucos encontros. Mãos vazias. Olhares perdidos. E eu ali, deslumbrando a vida pelas janelas tão estreitas que comigo estavam...
25-01-2007 » Todos os dias morre um amor. Quase nunca percebemos, mas todos os dias morre um amor. Às vezes de forma lenta e gradativa, quase indolor, após anos e anos de rotina. Às vezes melodramaticamente, como nas piores novelas mexicanas, com direito a bate-bocas vexaminosos, capazes de acordar o mais surdo [...]