23-02-2008 » Não me prendas
Tu, em gaiolas douradas
Nem pretendas
Cortar as minhas frágeis asas
Que só querem alcançar
O mais profundo infinito
E elevar os meus sonhos
Até às longínquas Estrelas.
Deixa eu libertar
Pelo espaço...um estridente grito
Deixa a minha alma se alimentar
De tudo ou de nada
Porque eu sou como o Vento
Que não conhece morada
E como as ondas do [...]
08-08-2007 » Pinhal, meu sólido Mar,
Tão verde e sempre agitado
Nas altas copas, pelo vento apressado,
Sempre te procuro
Nas manhãs mais ensolaradas,
E faço longas caminhadas,
Por tuas matizadas veredas,
De silvados, rosmaninhos e estevas,
O ar que em ti respiro é mais puro
E para a minha alma procuro
A quietude, a paz e o silêncio,
Que só junto a [...]
23-07-2007 » Pinhal, meu sólido Mar,
Tão verde e sempre agitado
Nas altas copas, pelo vento apressado,
Sempre te procuro
Nas manhãs mais ensolaradas,
E faço longas caminhadas,
Por tuas matizadas veredas,
De silvados, rosmaninhos e estevas,
O ar que em ti respiro é mais puro
E para a minha alma procuro
A quietude, a paz e o silêncio,
Que só junto a [...]
14-07-2007 » Esta música celestial que agora me envolve,
É como uma chama de fogo brando,
Que a minha alma vai lambendo
E a vai libertando, deixando-a flutuar, flutuar,
Elevando-a cada vez mais para o ar,
Para as alturas celestiais.
Essas alturas onde nada existe e onde existe tudo.
São Tomé